domingo, maio 21, 2017

O Ocaso do Mestre: um soneto à deriva





















Ó preclaríssimos e inclitíssimos irmãos d'armas, savdações cesaropapistas!

Pois bem: cá está a mais núpera emanação um novo produto do humílimo estro poético droguiano; sabedor da índole munificente e longânime que sói caracterizar-vos, espero desfrutar de vosso valedoiro ditirambo!  

O Ocaso do Mestre

Quem muita peçonha sói secretar
Cedo ou tarde acaba por se envenenar
Quem muito perverte, calunia, difama
Cedo ou tarde se enreda em triste trama!

É o caso de solerte, pérfido guru,
Verme maçom e sionista, ó horror!
Que dia após dia se desfaz em bolor
E prestes está, ora porra, a tomar no cu!

Diz-se que a digníssima inquieta está
Pois em desespero o truão cogita
Ideias d’autocídio pra lá e pra cá

Triste sina, tétrica desdita
De lustros de patifaria, eis o aziago fruto
Em breve a ser colhido pelo bruxo prostituto!

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Ten. Giovanni Drogo 

Forte Bastiani


Fronteira Norte - Deserto dos Tártaros